31 agosto 2011

O EXEMPLO QUE VEM DE CASA

IPAT/UNESC 01 de julho de 2011 - O exemplo que vem de casa!



Fotos tiradas em UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC
Instituto de Pesquisas Ambientais Tecnológicas - IPAT - Criciúma SC


Corte de algumas árvores com aproximadamente 20 anos que cresciam numa camada de argila sobre rejeito de carvão mineral, promovido nos arredores (pátio interno) dos laboratórios do Instituto de Pesquisas Ambientais Tecnológicas/IPAT/UNESC, para os trabalhos de "ajardinamento e embelezamento" (?????) para a inauguração do IPARQUE, cujo lema seria (...) visão de futuro, de 'produção de conhecimentos científicos e tecnológicos, com compromisso sócio-ambiental.' COM ESTE EXEMPLO? Me desculpem mas começaram muito mal!

Um amigo perguntou se eram exóticas ...nem atentei para o fato de serem exóticas ou nativas ...preferi ver que eram árvores! Os seres mais antigos do planeta terra! Que foram ali plantadas no pátio dos escritórios da antiga ICC numa camada fina de argila colocada sobre a pirita e bravamente resistiam. Boa oportunidade para estudar a resistência das espécies ...para sua utilização em projetos de recuperação ambiental.

Ainda não entendi o POR QUÊ? E o PARA QUE? Vamos esperar prá ver se serão plantadas outras heroínas no local, talvez com maiores condições de sobrevivência!


Mas depois da porta arrombada .....

FICA ENTÃO REGISTRADO O MEU PROTESTO!

Descrição das fotos no álbum do Facebook:

Foto 3Passei quase vinte anos sobrevivendo em 12 centímetros de solo argiloso 
colocado sobre rejeito de carvão mineral ...será que alguém me achou feia?

Foto 4: Só porque eu não consegui crescer igual as outras de minha espécie? 
Não é fácil crescer frondosa quando se tem pirita sob as raízes ...

Foto 5: O tal do bicho homem e suas máquinas poderosas ....eles ficam mais poderosos?

Foto 6: Cresci sobre o preto do carvão escondido por uma camada de argila e uma grama que conseguiu ficar verde 
...alguém me achou feia e me matou ...alguém ao menos pode me dizer POR QUE? PARA QUE?

Foto 7: Morri primeiro que o homem que me condenou à morte. Talvez fosse mais velha que um de seus filhos! 
Vivi lutando com dificuldades de alimentação e cuidados e sempre me virei sozinha ...
...tombei inocente pela insensatez.

04 maio 2011

A "pressão" da mídia funcionou.


Criciúma SC - 02/05/2011 13:45 - http://www.engeplus.com.br
ASTC intervém, enfim, na Itajaí

A excelente providência adotada pela ASTC (Autarquia de Segurança, Trânsito e Transporte de Criciúma) deveria ser padrão em tantos outros pontos "críticos" do sistema viário da cidade. Neste caso específico a "pressão" da mídia funcionou.

Mas cabe aqui ressaltar que mais uma vez o veículo obteve inquestionável privilégio sobre o pedestre. Reparei que a faixa de pedestre, a chamada "faixa de segurança" está ali pintada apenas para "constar" na decoração do asfalto. Difícil ao pedestre cruzar a faixa sem que sobre ela não esteja parado um veículo que queira adentrar ou cruzar a rua Itajaí. Apenas um "detalhe bobo", visto que aqui, se quer evitar as colisões de veículos que ocorriam por pura imprudência e imperícia dos condutores.

Os condutores e seus veículos, que tem a obrigatoriedade de parar, se respitassem a sinalização (que parece que estava ali só pra decorar o poste), pois, lembrando, a placa PARE significa PARADA OBRIGATÓRIA evitaria grande parte dos acidentes ali ocorridos. Não é uma opção para o condutor e sim de uma OBRIGAÇÃO. Sim, regra simples de trânsito: parar, olhar, prestar atenção, avaliar a distância do veículo(s) que vem pela Rua Itajaí e seguir com segurança.

E, pelo que me lembro já há vários anos esta sinalização está ali presente! Parece-me que não é um problema do sistema viário, neste caso. Trata-se de uma questão simples: falta de educação e falta de respeito às regras de trânsito pelos condutores. "Doença" crônica e contagiosa de difícil cura em nossa cidade, diga-se de passagem. Desnecessário demarcar qual a via preferencial pois, num cruzamento, mesmo que não houvesse sinalização alguma, a preferência é sempre de quem vem pela direita.

Só com educação e fiscalização intensiva e ostensiva da ASTC, com aplicação das devidas multas nos motoristas (que aqui parecem pilotos) poderemos começar a tentar mudar, as constantes e diárias visões que temos dos abusos praticados em nosso trânsito.

Bom ... numa cidade onde transitar e estacionar sobre uma praça central (área pública e bem público) ao lado e embaixo da placa que diz “PROIBIDO ESTACIONAR NA PRAÇA” (e precisava?), é "tolerado" e "socialmente aceito" não se pode esperar muito respeito à cidadania dos nossos condutores/motoristas/pilotos.


Fotos Jairo Viana – Domingo 17/04/2011 – 18hs e 40 min. 
Praça Nereu Ramos – Criciúma SC.

Respeitar as leis de trânsito é demonstrar o grau de educação e civilidade de um povo. TÊMO MALE!


O próximo acidente será culpa de quem?

Vou arriscar: DO MOTORISTA! Será que eu acerto?


Criciúma, 3 de maio de 2011
            Jairo Viana de Oliveira Jr.

11 dezembro 2010

ÉTICA AMBIENTAL

Trabalho de aula de alunos da Engenharia Ambiental
da UNESC de Criciúma SC.




11 outubro 2010

E O PIOR ...'TÁ FICANDO PIOR!!!

Eu sou uma pessoa severamente com essas coisas...

BRAZIU ...ZIU ...ZIU

PIOR DO QUE ESTÁ NÃO FICA!

10 abril 2010

PARA RELAXAR!

Lagunenses e lagunistas, uni-vos para contemplar a beleza do presente, herança de nosso passado histórico!



22 fevereiro 2010

04 fevereiro 2010

CIDADANIA

NOSSO PROGRESSO

Lamentavelmente a Administração Pública de Criciúma SC toma uma decisão inversamente proporcional a que vem sendo tomada em grandes centros urbanos e contra a “humanização" do trânsito. Estão retirando um “calçadão" situado entre o Colégio São Bento e a Praça do Congresso em nome de "maior fluidez" no tráfego de veículos. Sem discussão com a comunidade, sem estudos de impacto de vizinhança chegaram "ditatorialmente" a esta “brilhante” atitude!


Mais uma vez a "máquina" sai vitoriosa em detrimento do conforto e do bem estar de pedestres, alunos, usuários da Praça do Congresso, enfim, perde a comunidade. Perde o cidadão. Para resolver os problemas de cheias em nossa cidade, nunca vi a demolição qualquer das inúmeras obras ilegais e irregulares estabelecidas sobre e às margens do Rio Criciúma, isto sim em benefício de toda a comunidade.


Mas para "perfumarias" e nítido "desvio de foco" dos sérios problemas em nossa estrutura viária, toma-se uma atitude pouco inteligente destas, talvez atendendo ao pedido de algum colaborador importante na última campanha eleitoral (quem sabe?), em detrimento dos milhares de usuários pedestres, que circulavam seguros naquele espaço. Lamentável!

Espero, sinceramente, que nada de ruim aconteça, com as crianças e jovens que por ali passam diariamente. Espero que diariamente a Guarda Municipal de Trânsito dê proteção aos pedestres que utilizam as faixas de pedestres contra os incautos e mal educados motoristas, que vão aproveitar da tal “maior fluidez". Espero que não seja necessário se colocar a “tranca" de volta no caso da "porta ser arrombada". Esperemos, pois! “Êta pogresso”!

Criciúma, 02 de fevereiro de 2010

Jairo Viana de Oliveira Junior

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Publicado no site: http://www.sulnoticias.com/opiniao.php/page/opiniao/ed/6/cdn/20037
 
Fotos e notícia do site: http://www.engeplus.com.br/conteudo.php?int=noticia&codigo_not=19684

23 janeiro 2010

EDUCAÇÃO(?) E CIDADANIA

Ora sì, siamo molto male!

Tenho acompanhado pela mídia local debate sobre o constante desrespeito à cidadania e às leis de trânsito, promovido por "condutores" de veículos que deseducadamente insistem em utilizar as calçadas como estacionamento. Cheguei a ler que se trata de uma "cultura" tal atitude. Além da assertiva de que "(...) não surge ninguém para defender, só ecoa a reclamação dos infratores." Pois aqui estou para, também, fazer eco em defesa da legalidade e , democraticamente, protestar!

Como é que é? Então a reclamação dos infratores está sendo levada em consideração? Ora bolas, só me faltava essa! Temos é que dar os parabéns à municipalidade e ao órgão de trânsito pela ação de fiscalização! E que se repita rotineiramente! Se não há educação que se aplique as penalidades previstas.

Convivemos com constatantes problemas viários em Criciúma, com reflexo terrível no trânsito de veículos e, principalmente com total desconsideração à ciclistas e pedestres. A educação dos motoristas de nossa cidade está longe de ser citada como exemplo. Fácil constatar quando se dirige pela área central de Criciúma em horários de pico. Mais fácil ainda observar quem utiliza de forma irregular (ou ilegal?) as vagas para idosos e deficientes físicos em centros de compras e supermercados, principalmente, ou estaciona em fila dupla ou sobre a faixa de pedestres, excede a velocidade máxima da via, utiliza aparelho sonoro acima dos limites permitidos, ...etc. São tantas e constantes as infrações que presenciamos diariamente (e nem sempre flagradas pela autoridade de trânsito) que muitas vezes nos faz preferir andar à pé, pelo bem de nosso estado emocional.

Mas a discussão em tela é sobre o estacionamento sobre calçadas, cuja nomenclatura correta seria PASSEIO PÚBLICO. O termo já diz tudo: o passeio é público. É espaço exclusivo do pedestre (geralmente esquecido nas deliberações da autoridade de trânsito) e, convenhamos, já não é uma maravilha em Criciúma. Ora, se um estabelecimento comercial, seja restaurante, bar ou revenda de veículos, se instalou sem levar em conta a necessidade de ter vagas suficientes de estacionamento, falhou no planejamento. E não podemos admitir que, o que é público, possa passar à ser privado. Estamos invertendo toda a ordem e aceitando passivamente o cometimento de uma irregularidade/ilegalidade para resguardar interesse meramente privado. E o Poder Público (o nome já diz) tem o dever de preservar e defender o interesse público. Eu disse o dever, não a faculdade. A autoridade de trânsito não pode ponderar se vai ou não aplicar as penalidades previstas, ela tem a obrigação de aplicar a lei. Para isso foram eleitos pelo povo (povo aqui, leia-se: coletividade).

Os motoristas (se é que se pode chamar assim) "reclamões", antes de se insurgirem quanto à aplicação de penalidades cometidas, tem o dever de cumprir as leis de trânsito, como demosnstração de cidadania. Para isso foram treinados e habilitados. E a sua defesa não se realiza com "pressões" ou "reclamações" à mídia. É feita junto à JARI local e, ponto final! Quem não que levar multa, que não cometa infração às regras de trânsito, que por "tabela", também são "termômetros" para se medir o grau de cidadania e educação de um povo.

Estacionar sobre a calçada, fora a infração de trânsito, é uma baita falta de educação. Imagine a autoridade pública que possa ponderar, permitir este abuso. Aí seria o caos. Nenhuma multa, para qualquer infração de trânsito teria mais validade legal e moral. Se a fiscalização "tolera" uma, necessariamente perderá a autoridade para aplicar outras. Simples assim! Votar e pagar impostos prá que então? A Constituição da República é clara: "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, (...)." (Art. 5º - caput). Ou será que em Criciúma tem cidadão de uma "casta superior" que não precisa cumprir leis? Ou trata-se de "uma terra sem lei" com aplicação de lei apenas para alguns? Acredito (?) que não!

Não é a toa que Santa Catarina é o segundo Estado brasileiro em acidentes de trânsito. Balanço da Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (Fev 2009) coloca Minas Gerais como campeão geral no número de acidentes, pessoas feridas e vítimas fatais no país em todo o ano passado. O segundo lugar, Santa Catarina, apresenta metade das ocorrências e revelou um gasto, somente com acidentes nas BR`s, de R$ 1,24 bilhão contra R$ 1,44 bilhão de Minas. Isto sem levar em conta que os acidentes de trânsito no Brasil são o segundo problema de saúde pública do país, só perdendo para a desnutrição. O Brasil gasta 5 bilhões de dólares por ano com acidentes de trânsito, o que corresponde a 70% dos recursos do Sistema da Previdência referentes aos acidentes de trabalho.

Estudos mostram que a causa mais comuns de acidentes é o erro humano. Em todo o mundo, é responsável por mais de 90 % dos acidentes registrados. Principais imprudências determinantes de acidentes fatais no Brasil, por ordem de incidência: Velocidade excessiva; dirigir sob efeito de álcool; distância insuficiente em relação ao veículo dianteiro; desrespeito à sinalização e, dirigir sob efeito de drogas.

Quanto aos fatores determinantes das imprudências os estudos indicam: Impunidade; legislação deficiente; fiscalização corrupta e sem caráter educativo; baixo nível cultural e social; baixa valorização da vida; ausência de espírito comunitário e exacerbação do caráter individualista e, uso do veículo como demonstração de poder e virilidade.

E tudo começa com o cometimento de pequenas infrações, como se fosse normal cometê-las. E tudo começa na educação. E eu falo na educação anterior à obtenção da habilitação para dirigir. A educação que vem do "berço". Aí ..são "outros quinhentos." Ou, como dizem por aqui: "- Têmo mále!

Criciúma, 21 de janeiro de 2010.
Jairo Viana de Oliveira Junior

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PS.: Faltaram figurinhas né? Então ...tinha umas guardadas e, ontem, como estava com a máquina (em apenas uma rua) flagrei algumas irregularidades que compartilho com os amigos. Mas aí fica um questionamento: Se um cidadão consegue flagrar tantas e tamanhas irregularidades com frequência constante (reduntante assim), onde andam as "otôridades"? Vai ver eles não andam por onde eu ando! Que falta de sorte! Mas, falta de sorte de quem mesmo? Dos agentes de trânsito que raramente estão onde ocorrem infrações à lei de trânsito? Ou da coletividade que não tem um serviço de qualidade, visto que são servidores públicos pagos para fazer, aquilo que agora eles discutem se vão fazer ou não.  Ora sì, siamo molto male!


Sombra boa né? Também, botaram as árvores no lado errado da rua!


Aqui duas infrações: olha na esquerda dois estacionados na vaga do carro forte. E lá vem um perigo para os carros estacionados sobre a calçada: o pedestre.


Aqui três: contra-mão, sobre a calçada e em local proibido (repara na placa). Mas anula tudo! Ele acionou o "botão mágico" que anula toda e qualquer infração: o pisca-alerta.


A moto sobre a faixa de pedestre ainda tem um desconto, está meio apagada. O caminhão parado em fila dupla realizando operação de carga e descarga também: acionou o "botão mágico".


Aqui um desconto também. É muita placa, né? Muita informação: "Somente veículo de carga em serviço." Neste caso a sinalização foi colocada só prá enfeitar o poste.

09 janeiro 2010

EU VOU FAZER DO MUNDO UM LUGAR MELHOR!

Eu vou fazer do mundo um lugar melhor!

Eu vou manter esse sorriso no rosto!

Eu vou ensinar-me como entender!

Eu vou me tornar um homem melhor!
 
 

 
A BETTER MAN
Keb Mo

I'm gonna make my world a better place
I'm gonna keep that smile on my face
I'm gonna teach myself how to understand
I'm gonna make myself a better man

Veja muito mais em:
http://www.youtube.com/user/PlayingForChange
http://www.playingforchange.com/

08 janeiro 2010

PRÁ PENSAR


  Se não quiser chupar ...come!!!

07 janeiro 2010

NUVENS NEGRAS

Acabou 2009. Fracassou o COP-15. Iniciou-se no Brasil um "período de trevas" para a Legislação Ambiental, com a volta do pensamento medieval de "progresso à qualquer custo", patrocinado pelo poderoso lobby da agroindústria e do agronegócio, travestidos que foram de salvadores da economia brasileira. Não esqueçamos do PACC (Plano de Aceleração da Candidatura da Coroa) que não pode ser atrapalhado por esta bobagem de licenciamento ambiental. 


A Antártica esfria, o Pacífico se aquece, a Europa gela, a China congela, a chuva destrói e nós conformados acreditamos na mídia: "A culpa é do clima." Ledo engano! O clima mudou sim e, faz tempo, mas o problema está no homem, não na natureza. Nós fazemos parte dela! Nós precisamos dela! Ela não precisa de nós. E dá cada vez mais mostras disso. "A culpa é do homem!"


Esquece-se de olhar por outro prisma. Vivemos num país subdesenvolvido que não respeita lei alguma. Se fazem respeitar as que interessam aos poderosos. Apenas uma parcela de nossa sociedade é obrigada a acatar e cumprir. Outra parcela (só para citar um pequeno exemplo) estaciona o veículo sobre a calçada em frente à tua casa e te faz escutar, uma "jóia" do cancioneiro popular brasileiro, como o Funk da Xoxota à 120 dB (decibéis) e, ainda acha muito ruim quando tu reclamas.


Se a legislação fosse respeitada neste país de malas, meias, cuecas e caixas térmicas sobre a cabeça, por quem tem o dever constitucional e moral (?) de fazer cumprir as leis, o Poder Público, não se perderiam tantas vidas humanas. Está posto, à quem quiser ver e enxergar, que o grande problema ambiental brasileiro é a ocupação desordenada do solo urbano e rural, de onde se desencadeiam todos os demais. Nossos impostos não estão servindo para nada à não ser enriquecer um bando de loucos e, eleger outros tantos.


- Larga o Isopor ® e vai trabalhar! ... áh esqueci ...só depois do carnaval! 


E vem mais chuva por aí! Muita chuva! 


- Vais precisar de um Isopor ® maior ...prá não molhar esta cara-de-pau!



Criciúma SC - 06 de janeiro de 2010 - Foto: Jairo Viana

23 dezembro 2009

FECHADO PARA BALANÇO

LAGUNA, AÍ VAMOS NÓS !


Obrigado aos leitores habituais e ocasionais. Feliz Natal a todos e que 2010 seja um ano legal! Que não deixemos triunfar os insensatos!

Vou à querida Laguna com a missão ingrata de realizar a necrópsia nestes dois tipos de animais, muito comuns naquelas paragens!








E também rever a família e os amigos que há muito tempo não vejo, especialmente meu amigo Pepinha!


Se ele estiver sóbrio, é claro!




P. S.: Faz tempo que tenho esta mania! E sempre tive alguns cuidados básicos para aproveitar a Praia do Mar Grosso, em Laguna SC, com segurança! Como por exemplo:



Manter uma boa hidratação, bebendo muito líquido!


Proteção contra a radiação UV é indispensável.


Ter cuidado com correntezas e não entrar sózinho ao mar, pois, como dizia minha avó Dona Jupyra: "- O mar não tem cabelo."


E, principalmente, evitar mergulhar em lugares cuja profundidade é desconhecida!

Prá quem não conhece, olha só:



FUI!

22 dezembro 2009

Mundo está muito próximo de catástrofe ambiental

E NÃO FOI POR FALTA DE AVISO!

Steve Connor
The Independent - Março de 2005

LONDRES. A Terra se encontra às portas de um grande desastre ambiental e as pessoas não deveriam ter como certo que seus filhos e netos vão sobreviver no mundo degradado do século XXI. Não se trata de uma ameaça de ativistas verdes, mas da opinião de 1.300 cientistas de 95 países que apresentaram ontem um detalhado estudo sobre o estado do mundo.

O relatório não é animador. Os especialistas descobriram que dois terços dos ecossistemas estudados sofreram terrivelmente ao longo dos últimos 50 anos. As regiões secas, que representam 41% da superfície terrestre do planeta, foram particularmente afetadas e, ainda assim, são as áreas onde a população humana cresceu mais rapidamente ao longo dos anos 90.

O documento identifica meia dúzia de lugares onde podem ocorrer mudanças abruptas sem esperança de recuperação no tempo de vida de uma pessoa. Onde a degradação for lenta e inexorável, pode não haver um colapso ambiental total, mas as pessoas mais pobres do mundo serão as que mais vão sofrer, segundo a Avaliação do Milênio dos Ecossistemas. Walt Reid, coordenador do relatório, afirmou que se a comunidade internacional não tomar medidas decisivas, o futuro é incerto para a próxima geração.

O ponto principal do documento é que estamos gastando todo o capital natural da Terra, exercendo tamanha pressão sobre suas funções naturais que a capacidade dos ecossistemas do planeta de sustentarem as futuras gerações não pode mais ser tida como certa - afirmou Reid. - Podemos reverter a degradação, mas as mudanças necessárias são substanciais e ainda não estão sendo adotadas.

Os cientistas concluíram que o planeta foi substancialmente alterado por causa da pressão exercida sobre os recursos naturais em razão das crescentes demandas de uma população cada vez maior.


Degradação não tem precedentes na História



"Ao longo dos últimos 50 anos, os homens alteraram os ecossistemas mais rapidamente e numa extensão muito maior do que em qualquer outro momento da História de forma a atender às crescentes demandas por comida, água e madeira", sustenta o documento. O custo total disso somente agora está se tornando aparente. Dos 24 ecossistemas considerados vitais, 15 foram seriamente degradados ou usados de forma insustentável.

Aproximadamente um terço da superfície do planeta encontra-se ocupada por cultivos, sendo que o número de áreas convertidas em plantações desde 1945 é maior do que a soma das regiões que passaram a ser cultivadas nos séculos XVIII e XIX. O volume de água desviada de lagos e rios para a indústria e a agricultura dobrou desde 1960 e, hoje, a quantidade de água armazenada em reservatórios é de três a seis vezes maior do que a que flui naturalmente.

A quantidade de nitrogênio e fósforo lançada no meio ambiente em razão do uso de fertilizantes dobrou no mesmo período. Esse volume sem precedentes de nutrientes vem provocando o crescimento excessivo de algas, o que pode destruir ecossistemas inteiros. O aumento da atividade humana afetou a diversidade de animais e plantas. No século passado, foram documentadas cerca de 100 extinções, mas os cientistas acreditam que a verdadeira taxa de desaparecimento de plantas e animais é mil vezes maior, com perdas significativas de biodiversidade e diversidade genética.

Leia também: Aquecimento global. Passamos de um ponto sem retorno. Setembro de 2005.
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Enquanto isso num país da América Latina:

Em nome do desenvolvimento econômico, trabalha-se incansalvemente pelo desmonte da política ambiental brasileira e da legislação ambiental! A bancada ruralista do Congresso Nacional, com o apoio explícito do Ministro da Agricultura e a inércia irritante do Ministro do Meio Ambiente, se animou a propor a revogação tácita do Código Florestal, pressionando pela diminuição da reserva legal na Amazônia e pela anistia a todas as ocupações ilegais em áreas de preservação permanente.

Essa movimentação já gerou o seu primeiro produto: a aprovação do chamado Código Ambiental de Santa Catarina, que diminui a proteção às florestas que preservam os rios e encostas, justamente as que, se estivessem conservadas, poderiam ter evitado parte significativa da catástrofe ocorrida no Vale do Itajaí no final do ano passado.

E, é esse tipo de "gente", sem noção alguma do teor do artigo 225 da Constituição da República, quem "cuida" de nosso ambiente e de nossa garantia contitucional.




Uma nova classe de políticos está criada: OS ECOCÍNICOS ...e a lista é grande!