11 março 2009

PENSAMENTO DO MÊS

Fracassei em tudo o que tentei na vida.
Tentei alfabetizar as crianças brasileiras, não consegui.
Tentei salvar os índios, não consegui.
Tentei fazer uma universidade séria e fracassei.
Tentei fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei.
Mas os fracassos são minhas vitórias.
Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu.
DARCY RIBEIRO

10 março 2009

HERÓIS DA RESISTÊNCIA AMBIENTAL

Vida de ambientalista é um horror
Germano Woehl Jr. e Elza Nishimura Woehl

Quando eu e a Elza, minha esposa, decidimos comprar a propriedade rural em Guaramirim (SC), em 1994, hoje transformada em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), denominada de RPPN Santuário Rã-bugio, procuramos construir boas relações de amizade com todos os moradores, sendo correspondidos com alguns, e tolerar ao extremo os crimes ambientais para não criarmos problemas. Tivemos que tolerar os furtos freqüentes de palmito, os caçadores, os traficantes de animais silvestres etc. Lembro-me do dia em que fomos nos apresentar para um dos vizinhos e observei na propriedade dele um viveiro com cerca de 50 saíras-de-sete-cores e saíras-militar e vários alçapões armados para qualquer lado que você olhasse. Obviamente, eles não sabiam que éramos defensores da natureza e fingimos que considerávamos normal aquela situação. Não agüentei ficar observando a agonia daquelas saíras se debatendo no viveiro e estraguei tudo: acabei me revelando ao final da visita. Com muita delicadeza, implorei para soltar as saíras e parar com a captura. Surpreso e meio desconfiado o vizinho respondeu: “Tá bom, o senhor tem razão, no Natal vou soltar todas”. No Natal? É que no Natal, dali a duas semanas, estava programada a vinda do filho de Joinville, que levaria as saíras para atender as encomendas naquela cidade. Eu fiquei sabendo disto depoisA nossa presença lá trouxe, com certeza, muita paz para a natureza. Logo após nossa chegada e a revelação, que não conseguimos esconder, de que tínhamos outros valores e defendíamos a natureza fez cessar o intenso movimento de caminhões com lenha nativa, carvão e madeira, os traficantes de animais silvestres (uma motociclista passava com freqüência com uma pilha de gaiolas e alçapões na garupa) e também silenciaram as motosserras. Chegamos a testemunhar toda esta movimentação durante as primeiras semanas que fincamos os pés lá, mas desapareceu subitamente logo após eu ter acabado com o tiroteio para matar as marrequinhas selvagens (Dendrocygna viduata). Todos os sábados, na parte da tarde, vinha um grupo de pessoas de Jaraguá do Sul (incluindo até empresários), em vários carros, e promoviam um grande tiroteio para matança de marrequinhas selvagens que habitam as imensas lagoas e banhados dos agricultores. Era um horror.

Certo dia, ao ouvir os tiros incessantes, eu não resisti e fui até lá, só de shorts e camiseta. Diante de uns 20 caras armados até os dentes eu disse: “mais um tiro aqui e eu vou chamar a polícia e colocar todos vocês na cadeia!”. Eu lembro da cena: os caras de cabeça abaixada e com as duas mãos na ponta do cano da espingarda com a coronha apoiada no solo, à frente, sem dizer uma só palavra, só me ouvindo falar. O mais importante é que eles respeitaram e nunca mais apareceram. Depois, descobri que tinha vizinhos que também abatiam as marrequinhas com tiros e passaram a mudar o método de captura: armando anzóis com milho. Matavam até as fêmeas no ninho (as mamães não fogem quando estão chocando).Pagamos um preço alto demais por devolver um pouco de paz para a natureza. Na verdade, nunca chegamos a denunciar ninguém pelos crimes ambientais, mas as hostilidades aumentavam a cada dia e o furto de palmito em nossa propriedade também não cessava. A coisa ferveu após a fiscalização ter pego em flagrante um grande desmatamento em áreas de restinga de interior (mata virgem), numa fazenda nas proximidades. Funcionários da fazenda e o capataz eram nossos vizinhos. Eu fui acusado de ser o denunciante porque havia visitado a fazenda (para conhecer aquele ecossistema) uns três dias antes de a fiscalização baixar lá.Praticavam tiro ao alvo com revólveres aos sábados e domingos de manhã numa casa ao lado da nossa (uns 50 metros). Nas madrugadas de sábado, paravam carros em frente de casa que buzinavam e os ocupantes faziam xingamentos. Eu lembro de um tatu que resolver viver durante meses no entorno de casa e às vezes freqüentava até a rua em frente. Já tinha virado mascote de todo mundo. Certo dia, encontramos o casco dele jogado na nossa calçada. Foi assado, comido e ainda fizeram a sacanagem de jogar o casco na nossa calçada para provocar.

Certa vez, num sábado de manhã, ao retornar do meio da mata, onde fui fotografar anfíbios, vejo uma viatura da polícia militar em frente de nossa casa. A Elza estava atendendo. Os policiais revelaram que foram acionados por uma moradora, muito desesperada, dizendo que eu estava querendo explodir a localidade inteira com uma poderosa bomba.A Elza, que sempre é muito calma, ficou furiosa naquele dia e exigiu que policiais revelassem quem foi que aplicou este trote e pediu para eles trouxessem esta pessoa diante de nós. Os policiais perceberam a verdade e foram buscá-la. Era uma moradora, a mulher de um dos funcionários da fazenda. Mas junto com ela vieram umas 30 pessoas, incluindo a família inteira do sujeito das saíras e dos principais suspeitos de furtarem nossos palmitos. Então, a Elza perguntou? Que mal fizemos a vocês? Após um longo silêncio, um deles respondeu: “Entregam todo mundo para a Polícia Ambiental” (que é uma divisão especializada da própria polícia militar). Espero que se um dia este pessoal precisar realmente da ajuda da polícia, ela tenha condições de atender tão prontamente como naquele dia.Após a polícia ter ido embora eles fizeram questão de passar em frente de casa dando gargalhadas, achando que tinham conseguido nos intimidar finalmente. Mas eles não sabiam que isso até nos estimulava a desenvolver com mais empenho ainda nosso projeto de educação ambiental para conscientização com as crianças e adolescentes. No meio de toda esta hostilidade, atendíamos 80 estudantes por dia nas trilhas interpretativas da RPPN. Eles atacavam mais nos finais de semana, quando eu estava lá. Creio que as escolas mandando todos estes alunos lá em casa para a gente ensinar que a natureza precisa ser preservada incomodava muito. Então, decidiram ser mais ousados. Tiveram a coragem de fazer um abaixo-assinado e entregaram no Fórum de Justiça da comarca de Guaramirim, com o propósito de nos expulsar dali, por meio da justiça. A imagem do cabeçalho pode ser vista neste artigo, cuja cópia eu obtive do próprio Fórum. Quem confeccionou este cabeçalho e coletou as assinaturas foi uma professora da rede municipal de ensino de Jaraguá do Sul (SC), filha do funcionário da fazenda e da moradora que deu o trote na polícia militar (da bomba), que eu mencionei acima.


Cabeçalho do abaixo-assinado.
A pessoa que organizou e foi a primeira a assinar é professora da rede municipal de ensino de Jaraguá do Sul (SC).

Afinal, deve ser crime estudar neste País.O mais chocante de tudo, é que nós conhecíamos apenas cinco das 45 pessoas que assinaram. Estávamos incomodando as pessoas que nem conhecíamos e nem elas reciprocamente. Depois, descobrimos que estas pessoas tinham algo em comum: quase todas eram infratores das leis ambientais (infratores e seus familiares), foram processados e multados antes ou depois de terem assinado a lista. Teve um que foi pego por furto de palmito em outra localidade, duas semanas após ter assinado. Era reincidente e tinha uma fábrica clandestina de palmito, onde usava água contaminada de esgoto doméstico (sanitário) para o preparo dos vidros. Como tiveram dificuldade em conseguir as assinaturas na localidade (a maioria se recusou a assinar) foram buscá-las até em outro município.É muito triste o fato que não tínhamos dado motivo para tanto ódio, pois até aquele momento nunca denunciamos ninguém pelos crimes ambientais. Os fiscais comentam que quando vão fazer a autuação, a primeira pergunta do infrator é sobre quem lhe denunciou. Numa das autuações de um loteamento irregular na nossa localidade, o infrator fez a seguinte pergunta para a fiscalização: “Quem me denunciou foi aquele cara das formigas?” No início, foi assim que eu fiquei conhecido após ter dito para alguém que as formigas em áreas preservadas não causam problemas, que são importantes e não se deve matá-las (com veneno). Esta declaração em defesa das formigas arruinou minha reputação.

Por falar em reputação, nossas placas de sinalização para indicar o acesso à RPPN Santuário Rã-bugio e facilitar a vida dos motoristas das centenas de ônibus com estudantes e carros particulares que atendemos eram frequentemente depredadas. Não duravam nem uma semana. E eram placas bem caras e bem instaladas em vários cruzamentos. E uma placa grande na BR-280 que indicava a entrada tinha ao lado uma placa para indicar também o acesso a uma casa de prostituição (boate), que são muito comuns ali. A nossa placa era apedrejada, arrebentada e derrubada, mas a placa da boate, não. Permanece intacta até hoje. Nesta boate já ocorrem assassinatos, flagraram várias vezes prostituição infantil, drogas e só foi fechada recentemente após uma grande apreensão de drogas. Obviamente que nunca passou pela cabeça de alguém fazer um abaixo-assinado para fechá-la. Isto a sociedade tolera, mas não uma RPPN que recebe estudantes para aprenderem a valorizar a natureza.Após recolocarmos oito vezes as cinco placas, desistimos delas As professoras e os motoristas geralmente reclamam muito da dificuldade de achar o caminho e sugerem: “Por que vocês não colocam placas para indicar o caminho?” Temos até constrangimento de contar a verdade sobre a reputação de quem defende a natureza e a nossa resposta costuma ser: “Nossa! Boa idéia! Nem tínhamos pensado nisso ainda”. Só falta eles dizerem: “Pô, até a boate que nem funciona mais tem placa...”.

Germano Woehl Jr.
09/03/2009

07 fevereiro 2009

MUDANÇA DE FOCO

O que comentar sobre um dos maiores slogans ambientalistas, aquele que diz: "SALVEM O PLANETA"?


Será que quem bolou tal expressão era algum "salvacionista" que simplesmente resolveu ignorar que corpo celeste onde vivemos, já existia bilhões de anos antes da aparição do dito Homo sapiens e que, com certeza, continuará a existir depois da raça humana perecer?


O slogan correto, neste caso, não deveria ser: "SALVEM O SER HUMANO"?


Fonte: Trecho de e-mail que recebi de meu amigo Leonardo de Carvalho.

PENSAMENTO DO MES


21 janeiro 2009

A DESPEDIDA

A MORTE - A dor de uma perda.

Segundo um email que recebi este fato aconteceu numa praça no Japão. Não se sabe como o pássaro morreu. Ele estava ali no asfalto, inerte, sem vida.

Seria um fato corriqueiro, mas o fotógrafo fez a grande diferença.


A Solidariedade
Segundo o relato do fotógrafo, uma outra ave permanecia próxima àquele corpo sem vida e ficara ali durante horas. Chamando pelo companheiro, ela pulava de galho em galho, sem temer os que se aproximavam, inclusive sem temer ao fotógrafo que se colocava bem próximo.


A Solicitação
Ela cantou num tom triste. Ela voou até o corpinho inerte, posou como querendo levantá-lo e alçou vôo até um jardim próximo. O fotógrafo entendeu o que ela pedia e, assim, foi até o meio da rua, retirou a ave morta e a colocou no canteiro indicado. Só então a ave solidária levantou vôo e, atrás dela, todo o bando.


A Despedida
As fotos traduzem a seqüência dos fatos e a beleza de sentimentos no reino animal.


Uma Questão de Amor e Carinho
Segundo o relato de testemunhas, dezenas de aves, antes de partirem, sobrevoaram o corpinho do companheiro morto. As fotos mostram quanta verdade existiu naquele momento de dor e respeito.

Um grito de dor e lamento
Aquela ave que fez toda a cerimônia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente voltou ao corpo inerte no chão e, num grito de não aceitação da morte, tenta novamente chamar o companheiro à vida. Desesperada, mas com amor e carinho, ela se despede do companheiro, revelando o seu sentimento de dor.


Fica a reflexão: Quem realmente são os chamados animais irracionais?

PENSAMENTO DO MÊS

20 janeiro 2009

JACARÉ SURFISTA!

Aconteceu agora em dezembro passado na Praia do Mar Grosso em Laguna SC. Prá quem não conhece a foz do Rio Tubarão fica pertinho e, com certeza o coitado foi arrastado ao mar pelas fortes chuvas e não gostou da água salgada.

Dizem que a correria e gritaria foi de matar de medo o pobre jacaré! Mas a fera foi dominada pelos valentes salva-vidas! Não foi preciso o tal "boca-a-boca" nem virou bolsa de madame! Voltou ao seu habitat.

Te cuida jacaré que o "bicho homem" te pega!






HISTÓRIAS DE LAGUNA!

Redação original de uma carta encontrada dentro de uma garrafa na parede de um dos antigos casarões de Laguna SC.


Declaro que no dia 3 de Abril do corrente ano principiei a fazer esta Casa na Praça da Republica para minha moradia. Sendo os carpinteiros Amansio Gonsalves Barreiros e Lidio Garcia e Luiz Antonio, E pedreiros João Felisberto da Rosa e Manoel Felisberto da Rosa e Jose Amaro e Luiz Machado, sendo Eu mestre de todo o serviço e tendo concluido esta obra hoje 26 de outubro do corrente ano, eu sou negociante estabelecido na Rua da Pedreira desta cidade n'' 1 en casas de minha propriedade e tendo mais 5 casas nesta cidade alem de outros bens que possuo, sou solteiro e tenho 36 anos.

Sou filho legitimo do finado João Machado Quaresma e Eulina Damasio Ferreira ambos naturais desta cidade e como tenho sertesa de durar pouco neste mundo de enganos porque vivo bastante adoentado e não podendo neste mesmo terreno eu tornar a reconstruir esta casa por esta rasão deixo esta declaração na arca da porta da frente e peço por esmola a quem quer que seje que quando este papel tirar mandar dizer uma misça por minha alma que deus lhe parará,...

Tudo no mundo fenese,
Tudo tem principio e fim.
Todos sofrem de labores,
Pois o mundo e mesmo assim.

Laguna 26 de outubro de 1891

Luciano Ferreira Machado

GAROTO PROPAGANDA ...

...ou quer virar menu?

Não havia lugar pior pro "cusco" estacionar! Gostei e cliquei!

Tá devagar!

Pessoal,

tô um pouco devagar com o blog pois afinal, é verão.

Sabe como é que é, longe de casa ...na praia ...sem PC ....sem internet ...reforma ortográfica (tem acento ainda?). Aprender á escrever nesta idade ....será? Acho que vou continuar escrevendo no antigo português. Mas tem um pessoal aí que já está se adiantando ...

E tudo mudará?


E tudo mudou

O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss

O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma

O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone

A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento
A escova virou chapinha
'Problemas de moça' viraram TPM
Confete virou MM

A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse

Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal
E ninguém mais vê...

Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service
A tristeza, depressão

O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão

O que era praça virou shopping
O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email

O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do 'não' não se tem medo

O break virou street
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween

O Fortificante não é mais Biotônico
Folhetins são novelas de TV
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato

Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita ?

Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...

A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!

A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz...
..... De tudo.
Inclusive de notar essas diferenças.

(Luis Fernando Verissímo)

19 dezembro 2008

Partiu!


Faleceu hoje 20/12/2008 as 07 hs e 55 min. minha mãe a Colunista Social do Jornal da Manhã de Criciúma Zuleide Fernandes de Oliveira. Os serviços funerais foram realizados no Cemitério Municipal do bairro São Luiz. Seu enterro ocorreu as 19:00 horas .
Um beijo minha mãe querida! Tua missão foi cumprida com galhardia, baseada na ética e na verdade! Teus dois filhos, genro e nora e teus quatro netos continuarão tua missão! Tendo tu como luz à iluminar nosssa caminhada. Die Luz!

13 dezembro 2008

LAGUNA MARAVILHOSA


Laguna, Sul de Santa Catarina, Brasil.

Os pescadores utilizam a ajuda de golfinhos-nariz-de-garrafa (aqui denominados botos) que vivem na Lagoa Santo Antônio dos Anjos para capturarem tainhas. Os botos conduzem os cardumes para as praias, direto para as tarrafas.

Esta parceria existe há muitos anos na região. Este espetáculo entre a inteiração do homem com os golfinhos só existe em três lugares do mundo: na costa da Austrália, na Mautânia no continente africano e em Laguna.

Vale a pena ver de perto! Vá à Laguna!

Nome popular: Boto, golfinho-nariz-de-garrafa.
Nome científico: Tursiops truncatus (Montagu, 1821)
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Delphinidae
Características: Corpo robusto, coloração dorsal acinzentada, com ventre e laterais mais claros. Nadadeira dorsal alta e falcada, situada no meio do dorso. Rostro curto e largo, distinto do melão através de uma nítida demarcação. Mandíbula levemente maior que a maxila. Possuem de 18 a 26 dentes em cada lado da maxila e mandíbula.
Comprimento total (adulto): 3,5 m.
Massa corporal (adulto): 300 a 350 Kg.

O PAI DE GAIA

Você se chama de "ambientalista" ou "ecologista"? Defensor do meio ambiente?

Assista a este vídeo primeiro! Responda depois!

Confira os documentários sobre o ambientalista José Antônio Lutzenberger que destaquei. "Perca" um pouquinho de seu tempo e assista com a mente e o coração abertos ...mas escute com atenção!


Autor: RBS TV RS
Duração: 27:48
Publicado em: 21/08/08
Título: O Legado Lutzenberger.
Conheça O LEGADO LUTZENBERGER, uma pequena parte da história de um visionário, um homem à frente do seu tempo, que lutou para ajudar a salvar o planeta. O brasileiro José Antônio Lutzenberger, falecido em 2002, ministro do Governo Collor e Prêmio Nobel Alternativo de 1988, tinha idéias firmes e claras sobre ecologia. No programa, dirigido por Frank Coe, depoimentos inéditos de Lutzenberger e de amigos e ecologistas.

"É impressionante a atualidade do pensamento do Lutzenberger. Trata-se de uma nova forma de pensar que inclui todos na construção de um mundo melhor, do nosso planeta. Somos todos responsáveis"! (Tania Kowarick 10/06/08)


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De lambuja assista este documentário MEMÓRIA DO MEIO AMBIENTE executado pela TV Mercado Ético, com apoio do MMA, postados no YouTube. Vai valer a pena!

Parte I


Parte II


Parte III


Parte IV


Agora pode responder.

Ou pode repensar e responder mais tarde.

O "tarde" ...só depende de você.
Tomara não seja ...demais!