Vejam o que Bakunin escreve no século 1814-1876 !!!!!
Parece hoje, em todos os níveis, em todos os partidos políticos, em todo os grupos humanos!
19 março 2009
PENSAMENTO PARA O SÉCULO
17 março 2009
O Pássaro Cativo
Do livro: Poesias Infantis, Ed. Francisco Alves, 1929, RJ
16 março 2009
Movimento por um Código Ambiental Legal para SC
Integre o movimento! Em dezembro de 2008 tivemos a oportunidade de sentir na pele que a união faz a força, quando a manifestação de várias instituições acerca do Projeto de Lei 0238/08, que institui o Código Estadual do Meio Ambiente para o estado de Santa Catarina e um abaixo-assinado entregue à Assembléia Legislativa, mostrou resultados. A votação do projeto foi adiada por três meses. Mas para ter um Código Ambiental Legal, precisamos trabalhar mais um pouco. Muitas entidades e instituições se manifestaram favoravelmente a esse esforço. Por isso propomos a continuação do que foi feito em dezembro, através do MOVICAL.
Nesse sentido, convidmos você para fazer novamente parte deste esforço. Repasse para as suas redes, assine o abaixo-assinado, da mesma forma solicite aos dirigentes das entidades com que você possui vínculo, para que registrem e venham a integrar este movimento por um Código Ambiental Legal para o Estado de Santa Catarina.
Divulgue o site www.codigoambientallegal.org.br. Neste site você poderá ficar informado da agenda das ações que estão sendo realizadas.
Abaixo assinado em: http://www.codigoambientallegal.org.br/hp/index.php?secao=50
11 março 2009
PENSAMENTO DO MÊS
10 março 2009
HERÓIS DA RESISTÊNCIA AMBIENTAL
Certo dia, ao ouvir os tiros incessantes, eu não resisti e fui até lá, só de shorts e camiseta. Diante de uns 20 caras armados até os dentes eu disse: “mais um tiro aqui e eu vou chamar a polícia e colocar todos vocês na cadeia!”. Eu lembro da cena: os caras de cabeça abaixada e com as duas mãos na ponta do cano da espingarda com a coronha apoiada no solo, à frente, sem dizer uma só palavra, só me ouvindo falar. O mais importante é que eles respeitaram e nunca mais apareceram. Depois, descobri que tinha vizinhos que também abatiam as marrequinhas com tiros e passaram a mudar o método de captura: armando anzóis com milho. Matavam até as fêmeas no ninho (as mamães não fogem quando estão chocando).Pagamos um preço alto demais por devolver um pouco de paz para a natureza. Na verdade, nunca chegamos a denunciar ninguém pelos crimes ambientais, mas as hostilidades aumentavam a cada dia e o furto de palmito em nossa propriedade também não cessava. A coisa ferveu após a fiscalização ter pego em flagrante um grande desmatamento em áreas de restinga de interior (mata virgem), numa fazenda nas proximidades. Funcionários da fazenda e o capataz eram nossos vizinhos. Eu fui acusado de ser o denunciante porque havia visitado a fazenda (para conhecer aquele ecossistema) uns três dias antes de a fiscalização baixar lá.Praticavam tiro ao alvo com revólveres aos sábados e domingos de manhã numa casa ao lado da nossa (uns 50 metros). Nas madrugadas de sábado, paravam carros em frente de casa que buzinavam e os ocupantes faziam xingamentos. Eu lembro de um tatu que resolver viver durante meses no entorno de casa e às vezes freqüentava até a rua em frente. Já tinha virado mascote de todo mundo. Certo dia, encontramos o casco dele jogado na nossa calçada. Foi assado, comido e ainda fizeram a sacanagem de jogar o casco na nossa calçada para provocar.
Certa vez, num sábado de manhã, ao retornar do meio da mata, onde fui fotografar anfíbios, vejo uma viatura da polícia militar em frente de nossa casa. A Elza estava atendendo. Os policiais revelaram que foram acionados por uma moradora, muito desesperada, dizendo que eu estava querendo explodir a localidade inteira com uma poderosa bomba.A Elza, que sempre é muito calma, ficou furiosa naquele dia e exigiu que policiais revelassem quem foi que aplicou este trote e pediu para eles trouxessem esta pessoa diante de nós. Os policiais perceberam a verdade e foram buscá-la. Era uma moradora, a mulher de um dos funcionários da fazenda. Mas junto com ela vieram umas 30 pessoas, incluindo a família inteira do sujeito das saíras e dos principais suspeitos de furtarem nossos palmitos. Então, a Elza perguntou? Que mal fizemos a vocês? Após um longo silêncio, um deles respondeu: “Entregam todo mundo para a Polícia Ambiental” (que é uma divisão especializada da própria polícia militar). Espero que se um dia este pessoal precisar realmente da ajuda da polícia, ela tenha condições de atender tão prontamente como naquele dia.Após a polícia ter ido embora eles fizeram questão de passar em frente de casa dando gargalhadas, achando que tinham conseguido nos intimidar finalmente. Mas eles não sabiam que isso até nos estimulava a desenvolver com mais empenho ainda nosso projeto de educação ambiental para conscientização com as crianças e adolescentes. No meio de toda esta hostilidade, atendíamos 80 estudantes por dia nas trilhas interpretativas da RPPN. Eles atacavam mais nos finais de semana, quando eu estava lá. Creio que as escolas mandando todos estes alunos lá em casa para a gente ensinar que a natureza precisa ser preservada incomodava muito. Então, decidiram ser mais ousados. Tiveram a coragem de fazer um abaixo-assinado e entregaram no Fórum de Justiça da comarca de Guaramirim, com o propósito de nos expulsar dali, por meio da justiça. A imagem do cabeçalho pode ser vista neste artigo, cuja cópia eu obtive do próprio Fórum. Quem confeccionou este cabeçalho e coletou as assinaturas foi uma professora da rede municipal de ensino de Jaraguá do Sul (SC), filha do funcionário da fazenda e da moradora que deu o trote na polícia militar (da bomba), que eu mencionei acima.
Por falar em reputação, nossas placas de sinalização para indicar o acesso à RPPN Santuário Rã-bugio e facilitar a vida dos motoristas das centenas de ônibus com estudantes e carros particulares que atendemos eram frequentemente depredadas. Não duravam nem uma semana. E eram placas bem caras e bem instaladas em vários cruzamentos. E uma placa grande na BR-280 que indicava a entrada tinha ao lado uma placa para indicar também o acesso a uma casa de prostituição (boate), que são muito comuns ali. A nossa placa era apedrejada, arrebentada e derrubada, mas a placa da boate, não. Permanece intacta até hoje. Nesta boate já ocorrem assassinatos, flagraram várias vezes prostituição infantil, drogas e só foi fechada recentemente após uma grande apreensão de drogas. Obviamente que nunca passou pela cabeça de alguém fazer um abaixo-assinado para fechá-la. Isto a sociedade tolera, mas não uma RPPN que recebe estudantes para aprenderem a valorizar a natureza.Após recolocarmos oito vezes as cinco placas, desistimos delas As professoras e os motoristas geralmente reclamam muito da dificuldade de achar o caminho e sugerem: “Por que vocês não colocam placas para indicar o caminho?” Temos até constrangimento de contar a verdade sobre a reputação de quem defende a natureza e a nossa resposta costuma ser: “Nossa! Boa idéia! Nem tínhamos pensado nisso ainda”. Só falta eles dizerem: “Pô, até a boate que nem funciona mais tem placa...”.Germano Woehl Jr.
09/03/2009
07 fevereiro 2009
MUDANÇA DE FOCO
Fonte: Trecho de e-mail que recebi de meu amigo Leonardo de Carvalho.
21 janeiro 2009
A DESPEDIDA
Segundo um email que recebi este fato aconteceu numa praça no Japão. Não se sabe como o pássaro morreu. Ele estava ali no asfalto, inerte, sem vida.
Seria um fato corriqueiro, mas o fotógrafo fez a grande diferença.
A Solidariedade
Segundo o relato do fotógrafo, uma outra ave permanecia próxima àquele corpo sem vida e ficara ali durante horas. Chamando pelo companheiro, ela pulava de galho em galho, sem temer os que se aproximavam, inclusive sem temer ao fotógrafo que se colocava bem próximo.
A Solicitação
Ela cantou num tom triste. Ela voou até o corpinho inerte, posou como querendo levantá-lo e alçou vôo até um jardim próximo. O fotógrafo entendeu o que ela pedia e, assim, foi até o meio da rua, retirou a ave morta e a colocou no canteiro indicado. Só então a ave solidária levantou vôo e, atrás dela, todo o bando.
A Despedida
As fotos traduzem a seqüência dos fatos e a beleza de sentimentos no reino animal.
Uma Questão de Amor e Carinho
Segundo o relato de testemunhas, dezenas de aves, antes de partirem, sobrevoaram o corpinho do companheiro morto. As fotos mostram quanta verdade existiu naquele momento de dor e respeito.
Um grito de dor e lamento
Aquela ave que fez toda a cerimônia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente voltou ao corpo inerte no chão e, num grito de não aceitação da morte, tenta novamente chamar o companheiro à vida. Desesperada, mas com amor e carinho, ela se despede do companheiro, revelando o seu sentimento de dor.

Fica a reflexão: Quem realmente são os chamados animais irracionais?
20 janeiro 2009
JACARÉ SURFISTA!
Dizem que a correria e gritaria foi de matar de medo o pobre jacaré! Mas a fera foi dominada pelos valentes salva-vidas! Não foi preciso o tal "boca-a-boca" nem virou bolsa de madame! Voltou ao seu habitat.
Te cuida jacaré que o "bicho homem" te pega!
HISTÓRIAS DE LAGUNA!
Sou filho legitimo do finado João Machado Quaresma e Eulina Damasio Ferreira ambos naturais desta cidade e como tenho sertesa de durar pouco neste mundo de enganos porque vivo bastante adoentado e não podendo neste mesmo terreno eu tornar a reconstruir esta casa por esta rasão deixo esta declaração na arca da porta da frente e peço por esmola a quem quer que seje que quando este papel tirar mandar dizer uma misça por minha alma que deus lhe parará,...
Tudo no mundo fenese,
Tudo tem principio e fim.
Todos sofrem de labores,
Pois o mundo e mesmo assim.
Laguna 26 de outubro de 1891
Luciano Ferreira Machado
Tá devagar!
E tudo mudará?
E tudo mudou
O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss
O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone
A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento
A escova virou chapinha
'Problemas de moça' viraram TPM
Confete virou MM
A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse
Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal
E ninguém mais vê...
Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service
A tristeza, depressão
O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão
O que era praça virou shopping
O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email
O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do 'não' não se tem medo
O break virou street
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O Fortificante não é mais Biotônico
Folhetins são novelas de TV
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato
Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita ?
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...
A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!
A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz...
..... De tudo.
Inclusive de notar essas diferenças.
(Luis Fernando Verissímo)
















