04 dezembro 2008

AJUDE A DEFENDER O PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO

A MOTOSSERRA CONTINUA FUNCIONANDO!

Já não bastasse a cara-de-pau de querer enfiar goela abaixo do povo catarinense o "Código de Destruição Ambiental" a tchurma do Luizinho Motosserra quer diminuir a área da maior Unidade de Conservação de Santa Catarina o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. E o pior, os estudos que subsidiaram a redefinição dos limites para a elaboração do Projeto de Lei foram feitos com recursos do PPMA - Programa de Proteção (?) da Mata Atlântica!!!! Ou seja com DINHEIRO DO POVO! Dinheiro nosso!!!!

Abaixo-assinado contra o Projeto de Lei nº 347.3/08, que reavalia e define os atuais limites do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e institui o Mosaico de Unidades de Conservação da Serra do Tabuleiro e Terras de Massiambu, já circula na rede.

ASSINE E FAÇA A SUA PARTE (antes que seja tarde demais):
http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/assinar/3184
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Só uma perguntinha (Perguntar não ofende né?): Será que esta área desmatada (e não é pequena não) há alguns anos atrás na região localizada entre Aratingaúba e São Luiz (Imaruí - SC) ao que fui informado dentro da área do PEST que pertencia (ou ainda pertence?) a um Deputado Estadual aqui da Região Sul do Estado ficará fora dos novos limites propostos?

No que será que deu a autuação da FATMA e a atuação do MP/SC? Vou assuntar melhor! Depois falo prá vocês. Mas parece que rolou uma câmera digital e algumas cestas básicas, além da necessidade de recuperação ambiental das APP's destruídas (nascentes, topo de morro, margem de rio, etc) ...parece que está em grau de recurso.

Fico tão indignado com estas coisas que não tenho nem paciência prá ler a decisão judicial. Apesar do esforço do MP/SC fica a impressão que o placar é: Motossera 1 X 0 Meio Ambiente!

03 dezembro 2008

É MELHOR SER UM ECO CHATO, DO QUE UM CHATO SEM ECO!


Li lá no Canga Blog gostei e repasso aos meus amigos.

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MELHOR CHATO DO QUE BANDIDO!

Pronto para ser aprovado, o novo Código Ambiental de Santa Catarina virou uma colcha de retalhos. Grandes grupos econômicos e do agronegócio estão pressionando e acertando o baralho com os seguidores de Luiz Henrique da Silveira. Tudo em nome do "desenvolvimento e do progresso" do Estado (deles).

Esta agressão planejada pelo governo faz mudanças fundamentais no antigo código e prepara o nosso estado para um novo desastre ambiental. Um exemplo é a mudança de 30 para 5 metros da ocupação da mata ciliar.

Mas o que mais impressiona é a capacidade dessa quadrilha de envolver pessoas, formadores de opinião e colocar a sua cachorrada a ladrar na imprensa em defesa destes crimes. Quem for contra é logo taxado de ecochato.

Talvez seja melhor ser chato do que bandido e corrupto.


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Comentário legal:

"Ecochato" é um termo que ainda pode ser usado. É bonitinho falar "Ecochato", pessoas de todas as idades, incluindo os mais jovens, chamam os defensores do meio-ambiente de Ecochatos. Vai chegar um tempo que este será um termo ridículo, sua utilização não vai entrar em nenhum contexto, pois medidas extremas de defesa da natureza serão a obrigação de todo ser-humano que queira preservar a vida na terra....

Mas, por enquanto, temos que ouvir este termo e fingir que achamos graça...

Abraço Canga..Carmelo Cañas

DINHEIRO PARA SOCORRER SANTA CATARINA É DESVIADO

Calma pessoal, isso ocorreu no aguaceiro que caiu no litoral catarinense em 1838.

Recebi do Germano Woehl Jr. este email que repasso aos amigos leitores.

Eu héin??!! Ainda bem que estamos no século XXI ....será???!!!

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CONSTA DA "MEMÓRIA HISTÓRICA DA PROVÍNCIA DE SANTA CATARINA", ESCRITA EM 1856, PELO MAJOR MANOEL JOAQUIM DE ALMEIDA COELHO E REEDITADA PELO IHGSC EM 2005.


"No ano de 1838, nos dias 9, 10 e 11 de março foi a Ilha, e toda a costa da Província acometida de um temporal de chuva e vento da parte de leste tão rijo, que abriu enormes rasgões pelos morros, quase toda a lavoura ficou rasa; todas quantas pontes haviam desaparecido; na capital rebentaram olhos d'água mesmo em terrenos muito elevados, algumas casas foram arrasadas e conduzidas ao mar pela força das águas; na Freguesia de Nossa Senhora das Necessidades, mais conhecida por Santo Antônio, desapareceu a casa, aliás bem construída, do tenente Joaquim José da Silva, e conjuntamente com ele ficou sepultada toda a sua família composta de onze pessoas; na Várzea do Ratones outra casa com a família de João Homem teve a mesma sorte; em outros lugares da província consta que houveram outras vítimas.

O mar tornou-se, em grande distância da terra, vermelho de muito barro que recebeu; e mal se viu boiar em algumas partes animais, ou a fortuna de muitos lavradores. Muitas famílias ficaram reduzidas à penúria e miséria. Embarcação houve no porto da cidade, que virou a quilha por cima.

No último dia, porém, permitiu a Suprema Providência que começasse a acalmar o temporal, e só assim porque a continuar por mais 48 horas, de certo apareceriam depois sobre a costa, especialmente da capital, só montões ou ruínas, e tal qual edifício. Mal se pode calcular o Prejuízo da Província, e menos julgar o valor das terras que se tornaram inúteis.

Por Decreto da Assembléia Legislativa da Província nº 89 de 07 de abril desse ano foi a Câmara Municipal da capital favorecida com um suprimento para remediar os estragos mais sensíveis; e o digno deputado à Assembléia Geral Jerônimo Francisco Coelho pode ali obter que o Governo Imperial mandasse repartir pelos habitantes, a quem o temporal reduzira a penúria, 40 contos de réis; infelizmente, porém, é sabido que só vieram 20 contos, e que estes mesmo tiveram outra aplicação, muito distinta daquela que foram destinados.".

SÓ DE SACANAGEM

Já que a sacanagem tá rolando solta, especialmente, "por toda Santa Catarina", apresento-vos para reflexão este vídeo.

Li algumas bobagens e li coisas boas sobre a tragédia ambiental que se abateu sobre nosso estado. Mas sempre me fica nas entrelinhas a sensação de estar sendo enrolado mais uma vez por nossas "otoridades". Especialmente pelas "pérolas" produzidas fico mais preocupado ainda! É tanta asneira sendo dita ....pelamordedeus!!

Anunciam um monte números de conta de banco pedindo dinheiro para as vítimas. Mas não sei não! Lembrei do Charles de Gaulle. Pensei melhor. Guardei os dez pila na carteira.

Peguei minha sacolinha de donativos e levei lá no Batalhão do Exército. Eu héin!!??


ANA CAROLINA - SÓ DE SACANAGEM!

02 dezembro 2008

Para cada morto na enchente uma cruz na praia do Costão do Santinho !

SENHORES TURISTAS OS 126 MORTOS DO ESTADO DE EXCELÊNCIA EM TURISMO LHE DÃO AS BOAS VINDAS AO COSTÃO DO SANTINHO!

Faça sua adesão a essa campanha

Turismo

O governador Luiz Henrique da Silveira instituiu este ano o Prêmio Beto Carrero de Excelência em Turismo. A escolha é feita pelo Conselho Estadual de Turismo, cujos membros são nomeados pelo governador Luiz Henrique. O resultado oficial foi anunciado esta tarde. Escolhido na categoria Personalidade? O governador Luiz Henrique. (blog do Moacir RBS)

Leio estarrecido que o governador (letra minúscula mesmo) Luiz Henrique Ich... Ich... Viajando da Silveira, criou o Prêmio Excelência e Turismo e que na versão 2008 o mesmo foi o agraciado. Aproveitando o momento de tragédia ambiental nada como o indiciado em crimes ambientais e preso pela Operação Moeda Verde, Fernando Marcondes Desmattos para presidir tal conselho e outorgar a premiação.

Já o empresário e sonegador fiscal Sérgio Murad (que o capeta cuide dele no inferno) não vai reclamar da homenagem que recebeu. Quem será que está pagando as divídas fiscais dele? O Dário Casvig Berger que concorreu e não levou, acabou de ganhar um lindo troféu e descarado nem foi buscar na Kibelândia, o Troféu Político Picareta da Ilha 2008. Meus amigos Damião e César Valente que já falaram bastante sobre essa merda, podiam criar o Prêmio Valmor de Lucca Excelência em Merda mesmo, já que somos líder em saneamento de merda.

Estou propondo outro evento que vai movimentar muito o turismo de Florianópolis no final de dezembro, dois dias antes do Natal.

Vamos cravar nas areias do Costão do Santinho dia 21 de dezembro (domingo , às 14:00 h) uma cruz para cada morto nessa tragédia climática de Santa Catarina.

Existe lugar mais apropriado? Acredito que não. Um lugar onde o respeito as leis e a impunidade para crimes ambientais jaz perene. Vai ser o grande evento de verão do Costão do Santinho. Vai bombar.

Entidades que queiram organizar o evento contem com minha colaboração e divulgação. Vamos divulgar em todo Brasil , quem sabe cada entidade ambientalista do Brasil mande uma cruz. Com certeza vai ter repercussão internacional. Não é o que o Casvig gosta? Será uma bela homenagem as vítimas deste desastre.

Fonte: Tijoladas do Mosquito Postado por Amilton Alexandre

Governador de Santa Catarina X São Pedro

Recebi dos meus amigos Fafá, Patrícia e Godinho. Grandes batalhadores das causas ambientais. À vezes solitários, mas nunca sozinhos na luta pela verdade!

E o pau continua pegando nos “Luizinhos” especialmente o “Motosserra”!

Democracia e juízo é isso mesmo!

Whisky importado, lagosta e camarão têm criado gente tôla .... né ô?

Abraço e ...A LUTA CONTINUA!!!

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O CINISMO DO GOVERNADOR DE SANTA CATARINA EM REDE NACIONAL

Canal Livre, madrugada de hoje, o governador de Santa Catarina, Sr. Luiz Henrique da Silveira, acaba de declar que as chuvas que caem no estado desde agosto foram as responsáveis pela catástrofe.

Que me lembre esse senhor, colocado em seu cargo pelo culto povo catarinense, em maio de 2001 participou da abertura do Seminário Mata Atlântica. Na ocasião, ainda na condição de anfitrião e prefeito de Joinville, bradou (como sempre) pela modificação da postura dos ambientalistas, os quais segundo ele atravancavam o desenvolvimento por impedirem a construção de barragens e se preocuparem em demasia com a Mata Atlântica.

Os tímidos protestos dos ambientalistas foram registrados pelo jornal A Notícia, de Joinville. Cinco anos depois (2006), já na condição de governador, veio a receber o Troféu Motosserra por sua (não) atuação na proteção das florestas do estado, dilapidadas durante seus anos de governo que se arrastam até hoje.

Uma investigação na internet e, possivelmente, nos arquivos da FATMA, Ministério Público e quem sabe da polícia, demonstrarão a rude relação desse infame cidadão catarinense com a questão ambiental. Que me reforcem a memória os amigos da FURB, execrados publicamente por tentarem criar um Parque Nacional na bacia do rio Itajaí.

Pois bem, o Sr. Luiz Henrique e seus asseclas, inimigos dos campos naturais e da Floresta Atlântica catarinenses, aparecem agora com olhar de consternação diante das câmeras querendo empurrar a culpa do que ocorreu para São Pedro. Deixem São Pedro em paz seus "hereges".

Certamente não são os únicos culpados, pois não foram precedidos por governos exemplares quanto à proteção ambiental. Mas, definitivamente, deveriam estar agora é se retratando pela evidente omissão. São, sim, co-responsáveis pela tragédia, pois por negligência ou dolo deixaram a bacia do Itajaí virar uma terra sem leis ambientais (Pobre Código Florestal ameaçado por um tal "Código Ambiental Estadual"), soterrando mais de 100 catarinenses, meus conterrâneos, cujas famílias terão ainda que conviver com as cínicas explicações dos governantes da "Moeda Verde". Será que algum conterrâneo vivo, companheiro de militância ambientalista, tentará resgatar a história de desmandos desse sujeito obtuso que deveria agora estar se retratando?

Salto Pilão, nascentes nas mãos da Klabin, Parque Nacional contestado (não é lá em Irani?), campos naturais retentores de água nas cabeceiras do Itajaí e Uruguai franqueados para uso agrícola, tudo consentido por esse governo que, inclusive, recebe dinheiro internacional para proteger a Floresta Atlântica. Até o ignorante Lula ao sobrevoar a tragédia se tocou do que aconteceu e deu explicações quase ambientalistas. Mas nós catarinenses sempre somos melhores que a média do Brasil: temos um governante ainda mais ignorante...

Um abraço e meus sentimentos de solidariedade às famílias que agora sofrem esse flagelo. Passei por situação semelhante em 1983.

Tom Grando.

01 dezembro 2008

Apelo público para uma discussão mais aprofundada sobre o Código Ambiental Catarinense

Hora de agir!

Abaixo-assinado para uma discussão mais aprofundada do Projeto de Lei do Código Ambiental de Santa Catarina.

Nós, abaixo-assinado, solicitamos aos senhores deputados catarinenses que suspendam a tramitação do Projeto de Lei nº 0238.0/2008, denominado Código Estadual de Meio Ambiente conforme os prazos divulgados: “apresentação de emendas – até 2 de dezembro e pronto para ‘ordem do dia’ em 17 de dezembro”.

Diante da catástrofe socioambiental acontecida e do grande número de manifestações contrárias ao projeto de lei nas audiências públicas por parte de técnicos, pesquisadores e ambientalistas, fazemos um apelo público para que se promova uma discussão mais aprofundada sobre o conteúdo e as conseqüências da referida lei que poderão agravar ainda mais a vulnerabilidade da ocupação humana e o equilíbrio ambiental.

www.comiteitajai.org.br/abaixoassinado/

Para ler mais sobre projeto de Código Ambiental e emitir sua opinião, acesse www.comiteitajai.org.br/blog

MATOU À PAU!!!

ESSA CHUVA PODE SER AVISO DO CÉU
Marcos Sá Corrêa
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2039/artigo117703-1.htm
O governador de Santa Catarina, Luís Henrique da Silveira, finalmente se convenceu de que anda à solta por aí uma tal de desordem climática. Foi ela, pelo menos, a desculpa que o acudiu para definir o tipo de tragédia que derreteu encostas no Estado e matou dezenas de pessoas. É, governador, essas coisas acontecem.
Talvez sejam em vasta medida inevitáveis. Mas tendem a pegar mais pesado quem estava desprevenido. E, se estiver interessado em conferir o que quer dizer isso, pode folhear o Código Estadual de Meio Ambiente, que sob seu patrocínio está secando, mesmo debaixo de chuva, a caminho da Assembléia Legislativa.
Ele foi saindo cada vez mais torto, à medida que passava por audiências públicas. Pegou o mesmo tipo de resistência que, três anos atrás, defendeu Santa Catarina da criação de parques nacionais em lugares ainda abençoados por florestas de araucárias. Armou-se de dispositivos estranhos, senão agourentos, como a aprovação automática das licenças ambientais, se em 60 dias os técnicos não derem sua palavra final sobre projetos.
Tende a ser uma lei dura. Mas só é dura com aquilo que o governador já chamou na tevê de "oposição meio ambiental". Pode ser coincidência, mas o rascunho está cada vez mais parecido com suas idéias, e, principalmente, com suas idiossincrasias.
Mesmo com a chuva caindo, ele riscou qualquer menção à "vida aquática", na parte referente aos "recursos hídricos". Pois é, trata-se de abrir alas à construção de hidrelétricas. Ele nunca engoliu os argumentos que o impediram de autorizar, como queria, quando prefeito de Joinville, a instalação de uma usina na serra catarinense. E acredita, ou professa, que toda precaução é um instrumento do "medievalismo".
Como nunca esclareceu exatamente o que quer dizer com essa palavra, presume-se que não se trate da Idade Média original, a européia, marcada pela eliminação quase total das florestas no continente, pela transformação dos rios em esgotos fedorentos e por uma guerra milenar contra a fauna silvestre.
O europeu do século XX também se distingue de seus antepassados medievais por ter mais árvores. Ou pela prerrogativa de pescar em rios límpidos no centro de Estocolmo. E até por não dar mais a seus políticos o direito de fazer em público as declarações que o governador faz em entrevistas. Muito menos de governar um Estado que é recordista nacional de devastação da mata atlântica, em nome do "aproveitamento sustentável da natureza" e da ojeriza à "obtusidade".
Não adianta apontar para o céu. As chuvas podem fazer grandes estragos, mas dão e passam. Como nenhuma chuva chove dois mandatos, quase sempre há tempo de sobra para apagar os sinais deixados por sua passagem antes que venha a inundação seguinte. E as obras feitas aqui embaixo tendem a durar mais do que as pessoas que as deixaram.
E, na batida em que vai, o governador Luís Henrique está fazendo o possível para ser lembrado como o político que tomou posse de um Estado invejado nacionalmente pela beleza natural e passou para o sucessor um estado de calamidade pública.
Marcos Sá Correa é jornalista e editor da revista Piauí
O governador Luís Henrique faz o possível para ser lembrado como o político que passou para o sucessor um estado de calamidade pública.

Os responsáveis pela tragédia em Santa Catarina

Lí, gostei e assino embaixo e repasso!

Têm horas em que acho muito estranho o silêncio dos "ambientalistas" catarinenses com respeito ao no golpe contra o meio ambiente promovido pelo goveno do estado de Santa Catarina com o "apoio irrestrito" da "bancada ruralista" (ou seria oportunista?) da ALESC/SC (com suas devidas exceções é claro), denominado "Código Ambiental".

Este engôdo, esta irresponsabiliade e verdadeiro atentado contra a vida e contra o povo catarinense cobrará o seu preço e punirá os responsáveis. No tempo devido e na oportunidade certa.

Eleições ocorrem à cada dois anos na Pindorama! Vocês podem querer enganar uma parcela da população durante algum tempo mas, a mentira tem perna curta!

Jairo Viana
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Os responsáveis pela tragédia em Santa Catarina

O Governador de SC, o Sr. Luiz Henrique da Silveira, um reconhecido INIMIGO da Natureza, é um dos grandes responsáveis pela tragédia. Ele instituiu fez um Projeto de Lei que institui o Código do Meio Ambiente de Santa Catarina, vai além, e propõem matas ciliares de 5m de largura - um disparate técnico e jurídico.

Trajetória da imprevidência

As Áreas de Preservação Permanente (APP) criadas pela Lei nº 4.771 em 1965 definiram as matas ciliares com 5 metros na margem dos rios, e incluem ainda a preservação de encostas íngremes e topos de morros. Depois da fatídica enchente de 1983, e da necessidade de proteger a biodiversidade, o Código Florestal foi revisto, e as Matas ciliares passaram a 30 metros no mínimo. Mas onde o Rio Itajaí-Açu deveria ter mata ciliar com 100 metros de largura, a lei municipal de Blumenau é mais branda: 33 metros a 45 metros. Em Treze Tílias, o Plano Diretor previu apenas 3 a 5 metros.

As peculiaridades ambientais de Santa Catarina justificariam uma legislação própria. Por isto, o Projeto de Lei Federal nº 3517/2008, do deputado José Carlos Vieira (DEM-SC), elimina a exigência de observar os limites do Código Florestal, autorizando os Municípios a flexibilizar os limites técnicos. O Projeto de Lei Estadual nº 238/2008 de Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), institui o Código do Meio Ambiente de Santa Catarina, vai além, e propõem matas ciliares de 5m de largura - um disparate técnico e jurídico.

Em outra frente, a CPI das ONG's, do Senador Colombo (DEM-SC) instigou caçadores de eco-chatos, principalmente aqueles que agem no CONAMA e no Ministério do Meio Ambiente. Enquanto isto, a tríplice aliança impediu a criação de unidades de conservação federal, não conseguiu realizar o inventário florestal do Estado, nem promoveu pesquisas ambientais que dessem luz às propostas de mudança da Lei. E engavetou o projeto do ICMS Ecológico, do deputado Francisco de Assis (PT), que beneficiaria municípios que preservam mais o ambiente.

Em Florianópolis autorizações ilegais alvo da Operação Moeda Verde. E Santa Catarina liderando o desmatamento no Brasil em 2007. Vieram enchentes, arrasaram cidades, áreas rurais, ceifaram vidas, e tornaram discutível a governabilidade ambiental local. Mas é uma triste oportunidade de tomarmos coragem para agir: fortalecer o controle social na gestão ambiental, valorizar profissões especializadas em meio ambiente, investir nos órgãos públicos e pagar por serviços ambientais.

Sem as Áreas de Preservação Permanente, mas principalmente, de uma política ambiental séria , a força da natureza será sempre um castigo aos incautos.

Guilherme Floriani
Engenheiro Florestal
Lages - Santa Catarina

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SAPATINHO LIMPO héinn!!??? (já a cueca....!!???)


Cometário em: http://deolhonacapital.blogspot.com/
Tópico: A VONTADE DE AJUDAR
Publicado por Cesar Vaente às
13:38 - 27/11/2008

Ave Cesar....

"Nós podemos desrespeitar a lei dos homens, mas nunca as leis da natureza." (Júlio Verne)

Luiz XV e seu “séqüito ruralista”, atendendo à poderosa agroindústria catarinense (que elege muitos políticos catarinenses) e, fazendo de bobos e massa de manobra os produtores rurais, vão empurrar goela abaixo do povo catarinense o hilário “Código Ambiental de Santa Catarina” que quer diminuir as áreas de Preservação Permanente.

Justamente nestas áreas, sob o manto da impunidade e falta de controle do Poder Público, é que, a grande maioria das vítimas fatais ocorreram, nesta tragédia anunciada. Ocorrerão outras, mortes e tragédias.

Chegará o dia em que se responsabilizará civil e criminalmente os agentes públicos municipais (principalmente) que permitem, cobram impostos, deixam ligar energia elétrica e água em edificações erguidas em áreas em que, além das restrições da legislação ambiental, a Lei do Parcelamento do Solo Urbano (Lei n º 6.766/79 – art. 3º) proíbe.

Enquanto isto nossas “otoridades” (nos três níveis) mantém o couro alemão de seus sapatos, lustrado e limpos! Sem uma séria coordenação entre Defesa Civil Nacional e Estadual, com a instalação permanente de um Gabinete de Crise, com a participação efetiva e com agilidade das Forças Armadas e PM/SC, a solidariedade continuará sendo a melhor arma contra as tragédias.

Nós, o povo, pagando a conta através de uma das maiores cargas tributária do planeta! E eles ainda anunciam número de conta bancária para depósito???!!! Peguem o meu que já está aí ...e o utilizem com parcimônia por favor....sem sacanagem e sem roubalheira!

Fui lembrar de outro francês metido: o Charles De Gaulle ....olhó ...lhó!!!

Jairo Viana
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IRRESPONSABILIDADE MATA
O comentário é de Rogério Gentile e publicado pelo jornal Folha de S. Paulo, em 01/12/2008.
Só para assinantes:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0112200803.htm

"As pessoas precisam morar." A declaração é do coordenador da Defesa Civil de Santa Catarina, major Márcio Luiz Alves, e foi proferida (ou cuspida) após ser questionado pelo repórter Evandro Spinelli sobre as ocupações irregulares no Estado e a falta de fiscalização.
A causa da tragédia catarinense não é a chuva, mas a irresponsabilidade de quem permitiu que milhares de pessoas vivessem em locais perigosos, nas encostas dos morros ou nas várzeas dos rios. A maioria dos mortos não foi vítima da água, mas, sim, da terra ou do tijolo que caiu sobre suas cabeças. Era obrigação do poder público mapear as áreas de risco, combater o desmatamento nos morros, fazer obras de prevenção onde isso era possível ou simplesmente impedir a ocupação onde não era.
Nada foi feito, apesar dos "avisos" freqüentes: só na cidade de Blumenau foram 32 inundações em 24 anos (1980-2004). Como já dizia Joelmir Beting na Folha, em 1983, ao tratar em sua coluna do impacto econômico das enchentes no Sul, a "natureza não se defende, apenas se vinga". Rio enche em Itajaí, em Paris ou na China. Sempre foi assim, sempre será. Inundação ocorre quando o homem ocupa o reservatório natural da cheia. Como em São Paulo, cidade que teve a brilhante idéia de construir seu mais importante sistema viário -as marginais- na beira dos rios Tietê e Pinheiros.
O próprio coordenador da Defesa Civil catarinense não nega que a ocupação irregular ajudou a potencializar riscos e que houve falha de fiscalização. "Qualquer um sabe que não pode ocupar as áreas, que tem de tirar a população", afirma. Apesar disso, no que deveria ser considerado como seu pedido de demissão, completou: "Quero ver quem é que vai fazer".
Major, é isso mesmo, alguém tem de fazer.

Educação Ambiental na TRAGÉDIA EM SANTA CATARINA - Fatos IMPRESSIONANTES



Hoje, sábado, 29/11/2008, continua chovendo muito aqui, em Jaraguá do Sul (SC). Mesmo assim, agora pela manhã, foram atendidos (com guarda-chuvas) duas turmas de professores do projeto (educação ambiental) em andamento - os professores insistiram para não cancelar. Usamos uma área de mata primária (virgem) com árvores gigantescas e centenárias que fica no centro de Jaraguá do Sul, que é plana e bem segura, às margens do rio que corta a cidade (propriedade particular do presidente do conselho diretor do Instituto Rã-bugio - ex-diretor da empresa WEG S.A).

Soubemos que o Governo de SC acabou de decretar o fim do ano letivo em SC nas áreas atingidas. Chove quase todos os dias desde o início de novembro. Foi uma pena porque nossa agenda estava lotada de escolas de outros municípios inclusive (com as despesas de transporte por conta deles). Mas voltarão depois da mesma maneira, com certeza.

Ainda não há previsão de quando poderemos chegar ao Centro Interpretativo da Mata Atlântica (CIMA), local de mata atlãntica preservada, onde atendemos as escolas nas atividades de interpretação de tilhas, pois há dois grandes desmoronamentos, um com uma estimativa de 90 mil toneladas de terra e outro com 50 mil toneladas obstruindo as avenidas bem próximo do acesso ao CIMA (ver foto anexada da área do CIMA em 28/05/2005, a seta amarela indica onde foram construídas as instalações – área total do terreno 40,6 hectares).

A ocupação das encostas é um dos principais temas que abordamos (educação ambiental). A gente levava os professores para alguns locais com este problema bem evidente, que não eram difíceis de serem encontrados. Agora, então, nem se fala. Teve 250 deslizamentos de encostas em Jaraguá e qualquer morador vê um no entorno de sua casa, senão no próprio quintal. Teve até 3 escolas parcialmente destruídas.

Para vocês terem uma idéia do problema da explosão demográfica em Jaraguá do Sul e da ocupação das encostas, de acordo com o censo do IBGE, em 1980 a população era de apenas 31 mil habitantes. Em 2007, saltou para 130 mil. São 100 mil pessoas em 27 anos!!!!! A população mais que quadruplicou (de 31 mil saltou para 130 mil!!!). Em Blumenau, que fica a 40 km, em 1980 a população era de 144 mil e saltou para 293 mil em 2007, ou seja mais que dobrou. Ja em Guaramirim, município vizinho de Jaraguá do Sul, em apenas 5 anos a população saltou de 20 mil habitantes para 30 mil (censo IBGE 2007).

Todas as mortes de Jaraguá do Sul ocorrem bem perto do CIMA. Nove pessoas morreram no desmoronamento que soterrou suas residências a menos de 100 metros do acesso (foi 4 horas da madrugada de domingo – estavam todos dormindo). Entre elas, estava a Assistente Social da Prefeitura e também uma adolescente de 13 anos. Seguem anexadas as imagens de outro desmoronamento a 300 metros da entrada, que pegou duas lojas de carros e fez também mais uma das vítimas. E também de outra residência próximo (3 mortes).

Estes dois desmoronamentos colossais ocorreram em uma avenida construída não faz muitos anos. Foi para melhorar o trânsito, pois trata-se do início de uma RODOVIA que liga Jaraguá do Sul a POMERODE/Blumenau que foi engolida pela expansão urbana (pelo vigoroso desenvolvimento econômico de Jaraguá). Então, para duplicar o trecho, eles rasgaram uma cota mais acima do morro. Na época, durante as obras do traçado desta avenida, tiveram que explodir uma gigantesca rocha de granito (ali é Serra do Mar), exatamente no local que desmoronou matando 9 pessoas.

Em seguida, as pessoas (classe média) construíram suas belas casas às margens desta nova avenida (em terrenos supervalorizados, obviamente). Acho que nem é preciso dizer que esta rocha poderia estar segurando toda a encosta naquele ponto (agora que perceberam). E são estas 90 mil toneladas de terra, rochas e escombros que estão obstruindo a avenida.

Nosso maior desafio agora não é chegar no CIMA, mas conseguir convencer a sociedade de que esta tragédia é um problema ambiental e diretamente relacionado com a devastação da Mata Atlântica, sendo uma das conseqüências do avanço ao sinal vermelho.

Germano Woehl Jr.

Instituto Rã-bugio para Conservação da BiodiversidadeRua Antonio Cunha, 160 - Sala 25
Jaraguá do Sul - Santa Catarina CEP 89256-140

GOVERNO DE SC QUER DIMINUIR ÁREA DE PARQUE!!!

GOVERNO DE SC QUER DIMINUIR ÁREA DE PARQUE!!!

Na última semana, Santa Catarina ganhou as manchetes nacionais por conta do desastre ambiental que assola o Estado. As chuvas que caíram nos últimos meses se intensificaram em meados de novembro, resultando em deslizamentos de terra, elevação rápida do nível dos rios e inundações de proporções catastróficas. Como muitos dizem por aqui, um desastre anunciado diante do descaso com que a questão ambiental é tratada pelas autoridades de Santa Catarina. A geografia do Estado e em particular da região costeira, coloca uma série de limites de ocupação do solo que, via de regra, não são respeitados.

Atualmente, a especulação imobiliária é o grande vilão ambiental na área costeira. Em nome do "de$envolvimento", órgãos ambientais têm feito vista grossa ao crescimento desordenado e a ocupação de morros, áreas de restinga, dunas e manguezais. Quem não se lembra da operação Moeda Verde deflagrada em 2007 pela Polícia Federal e Ministério Público, denunciando a venda de licenças ambientais para grandes empresários do setor imobiliário? A justiça esqueceu, mas a memória da população não, ainda que digam o contrário.

Como se não bastasse a catástrofe ambiental recente que a população de SC vem sentindo na pele, no último dia 11 de novembro o Governo do Estado apresentou à Assembléia Legislativa o Projeto de Lei nº 347/08 para DESANEXAR áreas do PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, principal Unidade de Conservação do Estado na área de Mata Atlântica. O Projeto está em tramitação em caráter de URGÊNCIA e o texto na íntegra encontra-se em:
http://www.alesc.sc.gov.br/expediente/2008/PL__0347_3_2008.rtf

Basicamente, o PL propõe desanexar áreas da região costeira criando "APA’S" sob gestão das Prefeituras, altamente manipuláveis pelo setor imobiliário. Isto inclui Ilhas e a Baixada do Maciambu (ou Massiambu), uma região de restinga que protege cordões aresonos considerados um dos maiores registros geológicos da ação marinha do período quaternário (para quem não é de SC, está área fica entre Florianópolis e Garopaba). Com esta medida, o Governo Estadual atende reivindicação antiga de tubarões do setor imobiliário sem se preocupar com o comprometimento de um patrimônio natural ímpar e com a integridade territorial de um Parque que abastece com água toda a região da Grande Florianópolis. E o pior, os estudos que subsidiaram a redefinição dos limites para a elaboração deste PL foram feitos com recursos do PPMA - Programa de Proteção da Mata Atlântica!!!!

O PL foi encaminhado à Comissão de Constituição de Justiça no último dia 25/11 e ainda deverá tramitar pelas Comissões de Finanças e Tributação, Turismo e Meio Ambiente, Agricultura e Política Rural. Somente uma manifestação imediata e massiva por parte da sociedade civil para reverter este quadro. Os contatos dos deputados seguem abaixo. Por favor, divulguem.
Saudações,
Angela Cordeiro


DEPUTADOS ESTADUAIS DE SANTA CATARINA
Ada De Luca PMDB adadeluca@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2689
Ana Paula Lima PT anapaulalima@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2680
Antônio Aguiar PMDB antonioaguiar@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2650
Cesar Souza Júnior DEM cesarjunior@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2658
Clésio Salvaro PSDB salvaro@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2775
Dado Cherem PSDB dadocherem@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2632
Dagomar Carneiro PDT dagomarcarneiro@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2695
Darci de Matos DEM darcidematos@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2735
Décio Góes PT deciogoes@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2665
Dirceu Dresch PT dirceudresch@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2628
Edison Andrino PMDB edisonandrino@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2698
Edson Dias (Piriquito) PMDB edsonpiriquito@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2737
Elizeu Mattos PMDB elizeumattos@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2705
Gelson Merísio DEM merisio@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2691
Genésio Goulart PMDB genesio@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2720
Herneus de Nadal PMDB herneus@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2702
Jailson Lima PT jailson@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2638
Jandir Bellini PP jandirbellini@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2671
Jean Kuhlmann DEM jean@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2704
Joares Ponticelli PP joares@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2711
Jorginho Mello PSDB jorginho@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2647
Julio Garcia DEM juliogarcia@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2635
Kennedy Nunes PP kennedynunes@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2653
Manoel Mota PMDB mota@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2674
Marcos Vieira PSDB marcosvieira@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2707
Moacir Sopelsa PMDB moacir@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2713
Narcizo Parisotto PTB parisotto@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2748
Nilson Gonçalves PSDB nilson@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2745
Padre Pedro Baldissera PT padrepedro@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2726
Pedro Uczai PT pedrouczai@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2662
Professor Grando PPS professor.grando@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2667
Professora Odete de Jesus PRB odetedejesus@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2686
Renato Hinnig PMDB renatohinnig@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2732
Reno Caramori PP reno@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2656
Rogério Mendonça (Peninha) PMDB rogerio@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2683
Romildo Titon PMDB titon@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2723
Sargento Amauri Soares PDT sargentosoares@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2640
Serafim Venzon PSDB serafimvenzon@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2717
Silvio Dreveck PP silviodreveck@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2729
Valmir Comin PP comin@alesc.sc.gov.br (48) 3221.2677

29 novembro 2008

A História das Coisas ....

Que coisa héin??!!




http://www.unichem.com.br/videos.php

http://www.storyofstuff.com/

Corte Marcial

Clique na imagem para ampliar

Esse merece "corte marcial"!

Segundo se depreende da foto publicada no ClicRBS durante um saque em supermercado em Itajaí, chamaria este "cidadão" com um elevisor sobre a cabeça de ladrão sem-vergonha! Aproveitou a "onda de saque" em um supermercado em Itajaí para furtar um televisor e, na maior cara de pau, saiu rindo!



Ainda se levaria em conta se fosse comida retirada do supermertcado que foi também inundado, mas se aproveitar de uma situação de emergência....



Tomara que a polícia o identifique e o indicie....é o fim...no meio de tanta desgraça um infeliz destes se aproveitando da situação!!!

Fonte:Clic RBS